
Lisboa, 23/11/2012 - Novas câmaras de videovigilancia na Assembleia da República. (Natacha Cardoso / Global Imagens)
Natacha Cardoso/ Global Imagens
O contrato do Estado com a empresa que faz o serviço de monitorização e alarme terminou esta sexta-feira. A Associação de Agrupamentos de Escolas garante que a situação não coloca em causa a segurança dos alunos.
Mais de mil escolas do ensino básico do 2º e 3º ciclos de todo o pais estão a partir deste sábado sem vídeovigilância. A noticia é avançada na edição de hoje do JN.
Questionado pela TSF, o ministério da Educação confirma que o novo concurso foi lançado apenas há 2 semanas e as empresas que concorreram apresentaram um preço acima do valor base fixado.
Neste momento decorre o período de audiência prévia pelo que o novo concurso ainda não pode ser lançado. O contrato do estado com a empresa que faz o serviço de monitorização e alarme terminou ontem, sexta-feira, e o novo ainda não está pronto.
O ministério sublinha ainda que a videovigilância funciona apenas nos períodos em que não há pessoas nas escolas e garante que está a trabalhar para que "muito em breve" seja lançado um novo concurso para contratar uma empresa que monitorize as imagens.
Esta situação não está a preocupar o presidente da Associação de Agrupamentos e Escolas Públicas. Filinto Lima garante não há problemas para a segurança dos alunos e diz que os pais podem ficar descansados.
TSF\audio\2018\09\noticias\01\filinto_lima_1_pais_descansados_,_nao
O presidente da Associaçao de Agrupamentos explica ainda porque a segurança dos alunos não está em causa.
TSF\audio\2018\09\noticias\01\filinto_lima_2_alunos_em_seguranca
A partir deste sábado mais de mil escolas ficam sem vídeovigilância. O ministério da Educação diz que a situação será em breve resolvida.