
André Gouveia / Global Imagens
Presidente da Câmara Municipal de Oliveira do Hospital lamenta demora da EDP em repor a energia no concelho.
Mais de metade do concelho de Oliveira do Hospital continua sem luz. A EDP garantiu a colocação de geradores e centrais móveis nos locais mais afetados pelos incêndios, mas muitos locais continuam às escuras.
Em declarações à TSF, o presidente da Câmara Municipal, Alexandrino Mendes, lamenta a demora da EDP e espera que até o problema esteja resolvido até ao final do dia de hoje.
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Os prejuízos são para já "incalculáveis", serão "milhões e milhões de euros", lamenta o autarca. Mais de 250 casas foram dizimadas pelo fogo, assim como uma centena de tratores. Estima-se que a área ardida seja de 98%.
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Caso semelhante regista-se em Arganil. Falta energia elétrica e o abastecimento de água está comprometido. "Áreas significativas do concelho estão também sem comunicações", disse à TSF o presidente da autarquia Ricardo Alves.
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Em Tondela arderam mais de 120 casas, entre 33 e 40 seriam de primeira habitação, estima o autarca local, José António Jesus.
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Os incêndios que no domingo deflagraram no país colocaram fora de serviço as Subestações da EDP de Aguieira (Viseu), Mortágua (Viseu), Candosa (Coimbra), Oliveira do Hospital (Coimbra) e Mira (Coimbra).
A EDP alerta as populações das regiões atingidas pelos incêndios, para, por razões de segurança, "não tocarem em quaisquer linhas partidas" e para o cuidado a ter com "a colocação de geradores em locais pouco ventilados podendo o seu uso inadequado provocar intoxicações".