Guardas prisionais recebem formação contra racismo nas prisões

Mais de uma dezena de ações de formação irão decorrer ainda este ano.

Cerca de 300 guardas prisionais vão receber formação para saberem como lidar com a diversidade racial e étnica nas prisões.

O Alto Comissariado para as Migrações e a Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais assinam, esta quinta-feira, um protocolo de colaboração.

A secretária de Estado para a Cidadania e a Igualdade, Rosa Monteiro, explicou à TSF que o objetivo é combater as desigualdade de tratamento dos reclusos nas cadeias portuguesas e que são dirigidas desde "ao corpo de guardas profissionais até aos técnicos superiores de reeducação e reinserção social".

"As situações de discriminação racial e de não saber lidar com o outro de um país diferente, com tradições socioculturais diferentes, são transversais a toda a sociedade e a todos os grupos profissionais. São grandes desafios, neste momento, para a nossa sociedade", afirmou.

Por este motivo, estão já previstas 14 ações de formação, "por todo o país", que serão "ministradas pela equipa do Alto Comissariado para as Migrações que trabalha junta da Comissão para a Igualdade e Contra a Discriminação Racial", indicou a secretária de Estado.

Até ao momento, já decorreram três cursos, nas cidades de Lisboa, Porto e Coimbra. As próximas formações irão decorrer ainda este ano.

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