Fundação "O Século" não pode substituir-se ao Estado, diz presidente Emanuel Martins

Com o fim da Feira Popular há 10 anos a obra social da Fundação O Século ressente-se e o presidente, Emanuel Martins, ouvido pela TSF, avisa que a Fundação não pode continuar a substituir-se ao Estado.
A Fundação O Século admite cortar na obra social, se as contas continuarem negativas. Desde o encerramento da Feira, a instituição tem passado por dificuldades, já que as receitas serviam para financiar a colónia balnear. Agora, o presidente avisa que a Fundação não pode continuar a substituir-se ao Estado.
A solução pode passar por despedir pessoas ou deixar de prestar assistência a quem precisa.
É a muito a custo que a fundação continua a manter as duas casas de acolhimento, onde estão 37 crianças (25 numa casa, 12 noutra), que foram sinalizadas pela Comissão de Protecção de Crianças e Jovens em Risco. É a maior despesa da instituição, mas o presidente não quer cortar aqui.