
O implante cardíaco, fabricado numa impressora 3D, é capaz de monitorizar a atividade do coração.
A membrana elástica de silicone é capaz de envolver o epicárdio, a camada mais externa do coração.
«Os sistemas eletrónicos atuais são essencialmente 2D e não conseguem cobrir toda a superfície do epicárdio por completo e ser usados por muito tempo», afirmam os investigadores.
Ficamos a saber também que, além de cobrir o coração por completo e durar mais tempo, o implante artificial é capaz de monitorizar dados como temperatura, batimentos e pH do paciente através de sensores - o que pode ser útil para antecipar o diagnóstico de doenças cardíacas.
O estudo foi publicado na Nature, e a equipa de cientistas, na Universidade de Washington, é liderada por Igor Efimov.