Malária: Investigadores portugueses recebem mais de 900 mil euros

A Fundação Gates atribuiu mais 900 mil euros a uma equipa de investigadores portugueses que se propõe agora testar uma vacina contra a Malária.
Miguel Prudêncio, responsável pela pesquisa, em declarações à TSF, adverte que não há ciência de qualidade sem apoios.
A equipa de investigadores portugueses que alterou geneticamente parasitas da Malária para tentar desenvolver uma vacina mereceu pela segunda vez a confiança da Fundação Bill e Melinda Gates.
O responsável Miguel Prudêncio e a equipa dele do Instituto de Medicina Molecular vão receber mais 900 euros.
Miguel Prudêncio sublinha que o investimento em ciência nos últimos 15 anos em Portugal tem sido forte, deixando o país num dos melhores lugares do mundo.
A proposta de lei do Orçamento do Estado para o próximo ano prevê cortes de 7,6 por cento nas transferências do Estado para universidades e politénicos, cortes que podem afectar a investigação. Para Miguel Prudêncio, sem apoios, é impossível fazer ciência.