
Júlio Machado Vaz
Global Imagens/Pedro Granadeiro
Na vida pessoal, fala do beijo como um ato privilegiado de comunicação, na vida profissional Júlio Machado Vaz diz que ainda vai tendo de puxar as orelhas a muitos homens, menos dados à ternura do beijo como demonstração de afeto.
É claro que todas as exceções têm regras e, por isso, este homem do norte assume-se um beijoqueiro de serviço, quem sabe até um pouco "lamechas".
Neste Dia Internacional do Beijo, Júlio Machado Vaz diz que ainda são as mulheres quem mais se queixa da falta de beijos, reclamando erotismo para o casal. A eles ainda vai sendo preciso puxar as orelhas.
Ao telefone com a TSF, a conversa com o médico psiquiatra e sexólogo foi parar a um banco de jardim, há mais de 50 anos, naquele instante em que o mundo parou por alguns segundos. O momento do primeiro beijo.