Esta manhã fazemos o balanço de um mês desde o início da venda dos genéricos do viagra. A alternativa ao medicamento de marca vendeu 11 mil embalagens nos primeiros 30 dias.
Mal se soube que os genéricos iriam chegar às farmácias, a expetativa aumentou. As perguntas mais frequentes eram quando é que iriam começar a ser vendidos e qual o preço, mas essa curisiodade, ainda não se traduziu em vendas.
Foi o que aconteceu em vários establecimentos e também na farmácia Barral, em plena Rua Augusta, como dá conta uma das responsaveis do espaço, Maria João Correia.
No caso da farmácia Andrade, na rua do Alecrim, a venda dos genéricos traduziu-se, para já, em duas caixas, e este é também um espaço com compradores habituais do viagra.
Pelo que conta Bruna Miranda, da direção técnica, a maioria não trocou o medicamento de marca pelos genéricos.
Logo ali ao lado, na farmácia Camões a venda do viagra nunca foi muito expressiva e Patrícia Pereira, da direção tecnica, diz que o mesmo está a acontecer com os genéricos.
Já na farmácia Almeida Vaz, em Marvila, o cenário não é muito diferente.