Primeiro-ministro britânico diz que presenciou a "angústia insuportável" das famílias em Israel.
O primeiro-ministro britânico classifica o ataque lançado pelo Hamas em solo israelita como um "ato de terrorismo inominável". À chegada a Israel, Rishi Sunak pela que se evite uma escalada da guerra na região, lamentando a morte de civis em Israel e em Gaza.
"Estou em Israel, uma nação de luto. Estou de luto convosco e estou convosco contra o flagelo do terrorismo. Esta quinta-feira e sempre", escreveu na rede social X (antigo Twitter), acrescentando a palavra "solidariedade" em hebraico.
À chegada ao aeroporto Ben Gurion, em Telavive, Sunak denunciou como "um ato de terrorismo horrível e inominável" o ataque de 7 de outubro do movimento islamita Hamas contra território israelita.
Depois de presenciar a "angústia insuportável" das famílias, o governante não tem dúvidas de que "tirar um filho aos pais é o pior pesadelo que se pode ter" e garante que o Reino Unido está a trabalhar para libertar os reféns do Hamas.
Rishi Sunak já esteve reunido com o Presidente israelita, Isaac Herzog, a quem transmitiu "solidariedade".
"Juntos reconhecemos a importância de arranjar urgentemente apoio humanitário aos palestinianos em Gaza que também estão a sofrer", indica numa publicação na rede social X.
O primeiro-ministro britânico deverá ainda encontrar-se com o seu homólogo israelita, Benjamin Netanyahu. A sua visita segue-se às do chanceler alemão, Olaf Scholz, que esteve em Israel na terça-feira e do Presidente norte-americano, Joe Biden, na quarta-feira.
Desde o ataque, mais de 1400 pessoas foram mortas em Israel, a maioria civis, e 199 pessoas capturadas, segundo as autoridades israelitas.
Em retaliação, Israel está a bombardear a Faixa de Gaza, controlada pelo Hamas, onde pelo menos 3.478 pessoas foram mortas, na sua maioria civis palestinianos, de acordo com as autoridades locais.