Sociedade

Morreram 38 pessoas nas estradas portuguesas no período de Natal e Ano Novo

João Gaspar deixou a garantia de que a "GNR continua empenhada no combate diário aos comportamentos de risco" Arquivo

A GNR registou ainda 740 condutores sob efeito álcool e mais de 260 pessoas que conduziam sem habilitação legal

A Guarda Nacional Republicana (GNR) registou mais de 3500 acidentes nas últimas duas semanas, que tiveram como consequência a morte de 28 pessoas. O major da GNR João Gaspar fez o balanço à TSF, no âmbito do fim das operações focadas nos períodos de Natal e Ano Novo, avançando que 91 pessoas ficaram feridas com gravidade e 926 sem gravidade.

João Gaspar alertou para os "comportamentos de risco" que "condicionam bastante o aumento da sinistralidade rodoviária". Durante a operação, a GNR registou mais de 740 condutores sob efeito álcool e mais de 260 pessoas que conduziam sem habilitação legal.

Das quase 20 mil infrações detetadas pela GNR, mais de três mil foram por excesso de velocidade e quase 500 por uso indevido do telemóvel ao volante.

"Só em quatro horas, 463 condutores foram detetados por condução sob o efeito de álcool nas áreas metropolitanas de Lisboa e Porto, e também na região do Algarve", avançou o major da GNR.

Também a Polícia de Segurança Pública participou nas operações de Natal e de Ano Novo, tendo a lamentar dez mortos nas estradas portuguesas.

No total, morreram 38 pessoas em acidentes rodoviários, desde 18 de dezembro.

João Gaspar deixou a garantia de que a "GNR continua empenhada no combate diário aos comportamentos de risco".

Mariana Caparica