
Jogadores espanhóis festejando a passagem à final da Taça das Confederações
Reuters/Paulo Whitaker
A Espanha qualificou-se para a final da Taça das Confederações ao bater a Itália nos penalties por 7-6, após um "nulo" que se arrastou até ao final do prolongamento.
A Espanha apurou-se, esta quinta-feira, para a final da Taça das Confederações ao vencer a Itália nas grandes penalidades por 7-6, juntando-se assim ao Brasil no jogo decisivo desta prova.
Numa repetição da final do último europeu, a equipa orientada por Vicente del Bosque viu a Itália desperdiçar boas hipõteses para se colocar na frente do marcador na primeira parte, muito embora a Espanha também tivesse as suas oportunidades.
No segundo tempo, as duas equipas foram obrigadas a desacelerar o ritmo em virtude do forte calor que se fez sentir em Fortaleza.
No tempo extra, Itália e Espanha voltaram a não conseguir desfazer a igualdade, apesar de Giaccherini ter atirado ao poste e Xavi ter obrigado Buffon a defender para o "ferro" da baliza transalpina.
Foi então preciso esperar pela 13ª grande penalidade para ver Bonucci falhar a conversão, sendo que, na resposta, Jesus Navas não falhou e colocou a Espanha na final de domingo no Maracanã.
Sob a arbitragem de Howard Webb, em Inglaterra, no Estádio Castelão, em Fortaleza, as equipas alinharam da seguinte forma:
Espanha: Iker Casillas; Alvaro Arbeloa, Sergio Ramos, Gerard Pique e Jordi Alba; Andres Iniesta, Xavi, Sergio Busquets e David Silva (Jesus Navas, 52); Pedro (Juan Mata, 79) e Fernando Torres (Javier Martinez. 94).
Itália: Gianluigi Buffon; Leonardo Bonucci, Andrea Barzagli (Riccardo Montolivo, 46) e Giorgio Chiellini; Christian Maggio, Emanuele Giaccherini, Antonio Candreva, Daniele De Rossi e Andrea Pirlo; Claudio Marchisio (Alberto Aquilani, 80) e Alberto Gilardino (Sebastian Giovinco, 91).
Ação disciplinar: cartão amarelo para Daniele De Rossi (65) e Gerard Piqué (105).