Ministra do Trabalho não se compromete com data para levar lei laboral ao Parlamento

A ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Maria do Rosário Palma Ramalho
Créditos: Marcos Borga/Lusa
Maria do Rosário Palma Ramalho refere que tudo depende da "dinâmica" da Concertação Social, sublinhando que a discussão não pode ser "eternizada"
A ministra do Trabalho disse esta quarta-feira que não se pode "comprometer" com um prazo para levar as alterações à lei laboral ao Parlamento, sublinhando que tudo dependerá da "dinâmica" da Concertação Social.
Em resposta à deputada Joana Cordeiro da Iniciativa Liberal (IL), Maria do Rosário Palma Ramalho afirmou que o Governo não se pode "comprometer" com um prazo para converter o anteprojeto de revisão laboral em proposta de lei a submeter à Assembleia da República, "porque depende da dinâmica da Concertação Social".
"O que posso dizer é que não vamos eternizar [a discussão na Concertação Social], portanto se essa dinâmica não se revelar frutífera, traremos [a proposta] aqui", acrescentou durante a audição desta quarta-feira na Comissão de Trabalho, Segurança Social e Inclusão, no Parlamento.
