"De repente são só festas" no primeiro país da Europa que voltou a viver como antes da pandemia

Portuguesa em Reykjavík retrata uma liberdade que traz mais alegria a todos: dos jovens aos idosos.

Há mais de uma semana que a Islândia é o primeiro país da Europa que acabou com todas as restrições relacionadas com a Covid-19, regressando, na prática, ao que existia antes da pandemia. O Governo com sede em Reykjavík acabou com os limites de pessoas em espaços fechados e com a obrigação de usar máscara em espaços abertos ou fechados.

Tudo mudou a 26 de junho depois de alcançada a marca de 87% da população vacinada com pelo menos a primeira dose. Os ajuntamentos sem qualquer distância social passaram a ser autorizados e as lojas, restaurantes, bares, discotecas, ginásios e piscinas funcionam como antes.

Joana Matos é uma portuguesa que vive na Islândia há 12 anos e admite que se sente que, finalmente, voltaram a ser livres de ir a qualquer lado. Até nos transportes públicos já se pode andar sem máscara.

"Já fui a imensas festas de batizados, graduações de quem acabou a universidade... A maior parte das festas foi adiada e de repente é só festas, umas em cima das outras, com muitas pessoas... sem qualquer tipo de limitações", detalha.

A portuguesa que trabalha na Cruz Vermelha fala num ambiente de liberdade que traz mais alegria aos novos e sobretudo aos mais velhos.

"Eu trabalho com idosos e os idosos que com a pandemia tinham ficado isolados, sem visitas, sem poder ver ninguém. Nunca vi tantos idosos deprimidos, algo que não é muito normal de se falar ou experienciar", relata Joana Matos, que adianta que na Islândia - como em Portugal - os confinamentos andavam há mais de um ano ao ritmo de um iôiô.

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