Na campanha presidencial que "é uma montanha-russa", as redes sociais pesam no voto

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As formas de atrair o eleitorado na corrida à Presidência via online são, segundo os especialistas, relevantes
A corrida a Belém nas redes sociais chegou ao Fórum TSF esta quinta-feira, com os analistas a confirmarem-lhes o mérito. Na reportagem TSF 'O "atrevido" Cotrim ganha nas redes sociais. Marcelo "não precisou" delas nem teve de fazer o pino' , a investigadora Rita Figueiras havia entendido que é essencial entender "o jeito" das redes sociais e o que "envolve" os internautas. O Fórum TSF foi à procura da opinião dos mesmos.
Felisbela Lopes, professora catedrática da Universidade do Minho, na área das Ciências da Comunicação, considera que o que se passa online é relevante para a campanha presidencial, visto que "há candidatos mais ativos do que outros no universo digital e isso também tem uma influência direta nos eleitores".
Outro fator que poderia ajudar à decisão do eleitorado, segundo Felisbela Lopes, seria saber em quem os candidatos votariam em caso de derrota na primeira volta.
A corrida à Presidência é descrita pela professora como carregada de "suspeição, desconfiança, discurso crispado e divisão dos candidatos e do eleitorado".
"Esta campanha eleitoral é uma espécie de montanha-russa", reflete.
Além disso, admite a relevância que a sondagens têm recebido, marcando tanto "a agenda dos candidatos, como do comentário político".