Seguro pede concentração de votos para 2.ª volta ter "alguém inequivocamente democrata"

O candidato às eleições presidenciais António José Seguro
Créditos: José Coelho/Lusa
Seguro voltou a refrear o entusiasmo com as sondagens e considerou que não é indiferente o facto de ficar em primeiro ou segundo lugar, apontando à vitória já no domingo
António José Seguro fez esta sexta-feira um derradeiro apelo ao voto para que, na segunda volta das presidenciais, esteja alguém "inequivocamente democrata, leal à Constituição" e defensor do Estado social, considerando que, até em termos internacionais, é importante ficar em primeiro.
No comício de encerramento de campanha que decorreu esta noite no Fórum Lisboa, o candidato presidencial apoiado pelo PS insistiu na importância da concentração de votos na sua candidatura e considerou um "desperdício" que se dispersem em opositores que não têm hipótese de passar à segunda volta.
"Nós precisamos de ter na segunda volta alguém que inequivocamente é um democrata, alguém que inequivocamente é leal à Constituição da República Portuguesa, alguém que inequivocamente é defensor do Serviço Nacional de Saúde, da Escola Pública e da Proteção Social Pública", enfatizou.
Seguro voltou a refrear o entusiasmo com as sondagens e considerou que não é indiferente o facto de ficar em primeiro ou segundo lugar, apontando à vitória já no domingo.
"É muito importante que lá fora, nas páginas dos jornais do dia seguinte, se diga que os valores da liberdade, da democracia, da República, de um país moderno, de um país coeso, de um país que integra, de um país que defende a liberdade e a prosperidade, venceram em Portugal", defendeu.
Esta sessão encheu o Fórum Lisboa, teve um momento musical da apoiante Gisela João, destacando-se entre os presentes os antigos candidatos presidenciais Manuel Alegre e Maria de Belém Roseira e os ex-ministros Fernando Medina, Alexandra Leitão, Adalberto Campos Fernandes, Ana Mendes Godinho, Ana Jorge, Guilherme d"Oliveira Martins, entre vários rostos socialistas, mas sem a presença do líder do PS, José Luís Carneiro.
