
Chef Justa Nobre
Pedro Correia/Global Imagens
Para responder a esta pergunta, a TSF falou com a chef Justa Nobre, que conta o que é que vai ter à mesa nestes dias 24 e 25 de dezembro
Na casa da chef Justa Nobre costumam ser 28 pessoas, mas nesta véspera de Natal vão sentar-se à mesa apenas 13. Não vão faltar entradas, opções para prato principal e as típicas rabanadas. Com tanta coisa para preparar, a chef falou com a TSF já quando estava com as mãos na massa.
"Estou a fritar sonhos de abóbora, estão a correr muito bem e não estão massudos. Podem ser comidos com calda ou só com açúcar e canela", recomendou.
No que toca à mesa do dia 24 de dezembro, a variedade é muita, com uma ementa que é quase toda portuguesa. "É tipicamente portuguesa. O que é que eu não tenho de português? Um foie gras que eu gosto muito e um vinho de Colheita Tardia", assumiu. Na mesa da chef, há igualmente "sapateiras, um camarãozinho, uns queijinhos portugueses".
"Às vezes quando tenho alheira de Trás-os-Montes, que não é o caso deste ano, tenho também uma alheirinha frita", acrescentando que como prato principal a ementa varia entre o "bacalhau cozido e o polvo à lagareiro".
Nas sobremesas, a fartura começa com algo que tenha chocolate: "Mousse de oreo para os meus netos, os clientes mais importantes da minha casa, é o que eles mais gostam." Depois segue-se "o pudim, as rabanadas simples e de castanha, os sonhos de cenoura e abóbora e a aletria. Temos mais doces do que aqueles que vamos comer", ressaltou.
No dia de Natal o menu é outro para ninguém ficar enjoado. "Peru, temos cabrito, camarão tigre, um carré de borrego para os meus netos que gostam mais. Não há Sopa de Santola, estamos enjoados, felizmente. Temos as sobras do dia anterior e muitas sobremesas: uma lampreia de ovos, um cheesecake de limão e frutinha boa como as laranjas e abacaxi", enumerou.