Líder do CDS de cravo branco porque 25 de Abril "não se fez só para os vermelhos"

"O 25 de Abril também se fez para não sermos todos vermelhos, é necessário libertarmos Portugal desta hegemonia socialista", disse Francisco Rodrigues dos Santos.

O presidente do CDS-PP assistiu, este domingo, à sessão solene do 25 de Abril com um cravo branco na lapela como forma simbólica de demonstrar que esta data não se fez apenas para os "vermelhos".

Em declarações aos jornalistas no final da sessão solene do 25 de Abril, no Parlamento, Francisco Rodrigues do Santos explicou a metáfora do cravo branco, recorrendo a uma história que disse ter sido contada pelo 'capitão de abril' Salgueiro Maia.

"Quando os militares chegaram ao Rossio, ofereceram-lhes cravos brancos e vermelhos, mas os fotógrafos valorizaram mais os vermelhos pela associação à esquerda", disse o líder do CDS-PP.

"O 25 de Abril também se fez para não sermos todos vermelhos, é necessário libertarmos Portugal desta hegemonia socialista que acontece na economia, no Estado, na cultura, nas universidades", acrescentou.

Para o líder do CDS-PP, "o 25 de Abril tem autores, mas não tem proprietários" e considerou que uma das formas de lutar contra a corrupção passa por tornar a economia mais livre e menos dependente do Estado.

Em concreto sobre o discurso do Presidente da República, o líder do CDS-PP considerou que tocou "pontos muito importantes, como a necessidade de combater a corrupção".

"A corrupção não se combate com os mesmos de sempre nem com os radicais populistas à esquerda e à direita", avisou.

Rodrigues dos Santos elogiou ainda as referências de Marcelo Rebelo de Sousa ao respeito pela cultura de Portugal, "sem complexos nem revisionismos históricos".

"Não podemos revisitar a história com óculos do passado e foi importante, neste dia, sabermos homenagearmos os nossos ex-combatentes", acrescentou.

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