Colégios privados vão fazer testes à Covid-19

Ensino à distância "está a correr muito bem" no privado, garante o diretor-executivo da Associação dos Estabelecimentos de Ensino Particular e Cooperativo.

O diretor-executivo da Associação dos Estabelecimentos de Ensino Particular e Cooperativo (AEEP) revela à TSF que o regresso às aulas presenciais deverá ser feito nalguns colégios com recurso a testes à Covid-19.

Segundo Rodrigo Queiroz e Melo, existem colégios que estão a avaliar a "disponibilidade no mercado" de testes "que os professores possam fazer", de modo a "dar alguma confiança às famílias" no momento em que se reiniciar o ensino presencial. O dirigente da AEEP adianta que, no âmbito da autonomia do ensino particular, "cada colégio está a tomar as medidas que acha mais importantes para criar confiança na sua comunidade educativa". Passadas mais de 3 semanas desde o início do 3º período, o representante dos colégios privados considera que "este ensino à distância está a funcionar muito bem", com "muitíssimos casos de estabelecimentos de ensino que estão com uma dinâmica muito interessante". Ressalvando que a situação de cada colégio é "muito diferente", Rodrigo Queiroz e Melo" adianta que existem mesmo escolas que pretendem continuar a apostar no ensino à distância depois de dia 18, quando está prevista a reabertura dos estabelecimentos para o 11º e 12º ano. "Temos vários associados que neste momento nos colocam a questão de não lhes fazer sentido fazer todo o currículo presencial que está previsto que se faça a partir de dia 18", refere. Para o diretor-geral da AEEP, este facto "é demonstrativo de que no ensino não presencial é possível fazer um ensino muito interessante".

Questionado sobre se os estabelecimentos de ensino particular e cooperativo estão a recorrer às transmissões televisivas do #EstudoEmCasa, na RTP Memória, Rodrigo Queiroz e Melo diz que "a generalidade do ensino privado não tem seguido" as aulas da telescola , embora "alguns professores" possam ter utilizado "uma ou outra" sessão que tenham considerado mais interessantes. "Mas isso é excepção", conclui o responsável.

* e Catarina Maldonado Vasconcelos

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