Mapas mostram o céu de Portugal (e do mundo) antes e depois da Covid-19

Rotas aéreas praticamente desapareceram nas últimas semanas dos mapas que registam onde andam os aviões.

Se até há poucas semanas havia zonas do mundo que tinham verdadeiros corredores aéreos de aviões que um atrás do outro faziam os mesmos percursos dentro da Europa, entre a Europa e os Estados Unidos ou entre a Europa e a Ásia, hoje, se tiver a oportunidade de ir à janela e olhar para o céu, dificilmente vai ver um avião.

As fotografias das agências de notícias estão cheias de pistas de aeroportos transformadas, um pouco por todo o mundo, em parques de estacionamento com aviões que antes não paravam de voar e agora estão parqueados lado a lado, quase asa a asa.

Os mapas fornecidos à TSF pelo site Flightradar24, que acompanha em tempo real aquilo que se passa pelos ares, revelam que no céu, naturalmente, acontece o contrário ao que está a acontecer em terra.

Os céus que antes estavam cheios estão agora... quase vazios, levando o tráfego aéreo a recuar para aquilo que já não acontecia há décadas.

Ontem, por exemplo, à hora a que o Flightradar24 tirou esta espécie de fotografia aos céus apenas cinco aviões estavam por cima do território continental português.

Se no final de fevereiro existiam, no mundo, por dia, cerca de 190 mil voos, neste final de janeiro o número desceu drasticamente para pouco mais de 60 mil, num número que não pára de cair desde o início de março e que parece que só será invertido com o fim das medidas para travar o novo coronavírus .

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