Queimódromo é "muito útil" para a vacinação no Porto. Rui Moreira teme sobrecarga noutros centros

O presidente da Câmara Municipal do Porto pede que o problema detetado no sistema de refrigeração do Queimódromo seja rapidamente corrigido, para que os restantes centros de vacinação da cidade não tenham uma sobrecarga de utentes.

O presidente da Câmara Municipal do Porto lembra que o centro de vacinação do Queimódromo, que esta manhã suspendeu a atividade, é muito importante para evitar que outros centros de vacinação da cidade fiquem sobrecarregados. A autarquia é responsável pela logística deste espaço, onde as pessoas são vacinadas dentro do carro.

Nesta quinta-feira, foi suspensa a vacinação contra a Covid-19 no Queimódromo do Porto devido a uma falha no sistema de refrigeração. Uma nota da coordenação da task force responsável pela vacinação explicou que o processo foi suspenso "para averiguação do cumprimento das normas e procedimentos em vigor".

"Esta decisão decorre de uma alegada falha na cadeia de frio", esclareceu ainda a task force. Rui Moreira, em declarações à TSF, disse esperar que o centro reabra rapidamente, já que "tem sido muito útil para a cidade". O autarca admitiu que estas "questões técnicas têm sucedido também noutros locais do país", e quer que "estejam resolvidas, e que o centro de vacinação continue a cumprir a sua missão, que tem sido muito apreciada pelos portuenses".

Para Rui Moreira, o Queimódromo é, neste momento, uma estrutura que "tem permitido que as pessoas, com conforto, façam a vacina e que tem libertado os outros centros de vacinação que anteriormente estavam muito sobrecarregados".

Há outros centros de vacinação na cidade do Porto que estão a funcionar, nomeadamente o quartel de transmissões, como salienta o líder do executivo da cidade, mas "este centro de vacinação tem uma dupla vantagem: por um lado, alivia os centros de vacinação, e, por outro lado, é indubitável que é muito confortável para as pessoas com mobilidade reduzida".

O centro de vacinação no Queimódromo é diferente de todos os outros que existem no Porto. "[As pessoas] Fazem a vacina dentro do carro. Depois, têm de ir para o recobro. Há uma tenda onde as pessoas têm de se instalar para fazer o recobro, e têm de sair do carro nessa altura."

"A vacina e a espera são feitas dentro do carro, o que é muito útil e muito confortável", analisa Rui Moreira, que, questionado pela TSF sobre a possível sobrecarga de outros locais de administração de vacinas, admite: "Temo que isso seja, mas julgo que o problema se resolverá facilmente."

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