Medidas contra o tabaco devem ser "prioridade de qualquer política de saúde"

Parlamento debate faz esta quarta-feira um balanço sobre a nova lei do tabaco, que entrou em vigor há um ano.

Um ano depois da entrada em vigor da nova lei do tabaco , ainda não se conhecem os resultados das restrições introduzidas.

Continuam a existir cerca de dois milhões de fumadores em Portugal, lembra a vice-presidente da Comissão de Saúde, Maria Antónia Almeida Santos, em declarações à TSF.

A deputada socialista participou na elaboração da nova lei do tabaco e defende que "a prioridade de qualquer política de saúde pública deve ser a cessão tabágica".

No início de 2018, aos locais onde não é permitido fumar juntaram-se parques infantis, infantários, creches e outros estabelecimentos de assistência infantil, lares de infância e juventude, centros de ocupação de tempos livres, colónias e campos de férias ou outros locais destinados a menores de 18 anos.

A nova legislação passou também a equiparar os cigarros eletrónicos e de tabaco aquecido aos cigarros tradicionais, pelo que o seu uso passou a ser proibido em espaços públicos fechados.

Maria Antónia Almeida Santos participa esta quarta-feira num debate no Parlamento a propósito da nova lei do tabaco, também com participação da Diretora-geral de Saúde, Graça Freitas, e do subdiretor-geral do Serviço de Intervenção nos Comportamentos Aditivos e nas Dependências, Manuel Cardoso.

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