
Sem título (Clown, Cavalo, Salamandra), Amadeo de Souza-Cardoso, c. 1911-12
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A maior exposição de sempre de Amadeo de Souza-Cardoso abre portas amanhã no Centro de Arte Moderna, da Fundação Gulbenkian, que celebra 30 anos. A TSF foi espreitar os preparativos.
Mais de três centenas de obras de arte vão ocupar, a partir de amanhã, todo o Centro de Arte Moderna (CAM), em Lisboa, incluindo uma instalação sonora, nas casas de banho, para celebrar os trinta anos da instituição.
Mas o destaque do aniversário do CAM será o artista Amadeo de Souza-Cardoso (1887-1918), de quem o centro possui o maior acervo existente no país, porque a Gulbenkian foi adquirindo obras ao longo dos anos e também devido à doação feita pela família do artista.
As obras de Amadeo Souza-Cardoso, presentes na coleção, serão mostradas quase na totalidade - cerca de 170 obras - ficando de fora apenas alguns pequenos desenhos.