
Deslizamento de terras na circular urbana Guimarães-Fafe
Global Imagens
Após o deslizamento de terras nesta via, o presidente da Estradas de Portugal garantiu que a «prioridade de reabertura estará sempre condicionada à segurança da estrada».
O presidente da Estradas de Portugal confirmou que serão precisas duas semanas para reabrir pelo menos uma das faixas da circular urbana Guimarães-Fafe, que ficou totalmente cortada na sequência de um aluimento de terras na terça-feira.
António Ramalho explicou que o objetivo é que haja «eficiência na retirada do que estimamos ser oito mil metros cúbicos de terras», sendo necessários «800 camiões» para concluir esta operação.
«A nossa prioridade de reabertura vai estar sempre condicionada à segurança da estrada», afirmou este responsável, que visitou, esta quarta-feira, o local onde ocorreu este deslizamento de terras que deixou dois prédios em risco de derrocada.
Para suster estas habitações, esta empresa pública garantiu que será construído um muro de suporte para que possa ser garantida a segurança das casas.
No local, esteve também o presidente da câmara de Guimarães, que refutou quaisquer responsabilidades neste acidente e que garantiu que o projeto relativo às casas que ficaram em risco de derrocada foi executado sem falhas.
António Magalhães assegurou ainda que vai nomear uma equipa técnica que garante o regresso o mais rápido possível dos moradores a estas habitações afetadas.