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A ilha de Kiritimati, a maior do arquipélago que forma Kiribati, foi a primeira a entrar no novo ano. Em Sidney, foi feita uma homenagem às vítimas do recente ataque terrorista na praia de Bondi, do qual resultaram 15 mortos
A Ásia e a Oceania já puseram o pé em 2026. Foram várias as celebrações vividas nos muitos países destes continentes que contaram, além de rituais tradicionais, com fogo de artifício. Veja as imagens.
A Tailândia celebrou o novo ano com uma queima de fogos sobre o rio Chao Phraya, na capital do país, Banguecoque. O evento tem lugar num espaço com vista para templos incónicos, como o Wat Arun.

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Já em Pequim, na China, as celebrações foram feitas com um espetáculo de tambores e badaladas no tradicional sino Yongle, da Dinastia Ming, no Templo Dazhong. O sino foi tocado 108 vezes, para transmitir as tradicionais bençãos de Ano novo.

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Antes, já tinham ocorrido festejos na Oceânia. Sidney festejou a entrada em 2026, como habitualmente, com milhares de pessoas junto à Ópera e da Ponte do Porto, que foram iluminados por fogo de artifício.

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Cerca de 40 mil efeitos pirotécnicos deram luz e cor às comemorações que tiveram um reforço na segurança, depois do recente ataque terrorista que vitimou 15 pessoas na praia de Bondi. Esse incidente não foi esquecido nas celebrações. Antes da entrada no novo ano, foi feito um minuto de silêncio, em memória das vítimas do ataque.

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Por esta altura, são já vários territórios com os pés em 2026.
A ilha de Kiritimati, a maior do arquipélago que forma Kiribati, foi a primeira a entrar no novo ano.
Também a Nova Zelândia, Samoa e Tonga já estão em 2026.
Existem ao todo 39 fusos horários diferentes, em uso, em todo o globo, o que significa que as celebrações de Ano Novo vão durar mais de 26 horas.
