Sondagem diária: Seguro volta a subir, Cotrim e Ventura separados por décimas, Gouveia e Melo e Marques Mendes caem

Créditos: José Coelho, Tiago Petinga e Manuel de Almeida/Lusa
Em contagem decrescente para as eleições, António José Seguro alarga a vantagem na sondagem da Pitagórica para TSF/JN, TVI/CNN Portugal, mas ainda dentro do empate técnico com Cotrim, Ventura e Gouveia e Melo
António José Seguro tenta travar a euforia sobre a passagem à segunda volta, mas a julgar pela nona sondagem diária da Pitagórica, o candidato volta a reforçar a vantagem, subindo para os 23,9%, ou seja, mais 1pp do que na segunda-feira.
A seguir e dentro da margem de erro, estão João Cotrim de Figueiredo, que desce ligeiramente para os 20,8%, e está a décimas de André Ventura, que sobe e recolhe 20,5% de intenções de voto.
Henrique Gouveia e Melo também ainda está dentro da margem de erro, mas volta a cair, agora para 15,2%. Também Luís Marques Mendes mantém tendência de queda e regista o seu pior resultado com 13,2%.
Os candidatos mais à esquerda mantêm resultados residuais: 2,5% para Catarina Martins, 1,4% para António Filipe e 1,3% para Jorge Pinto. Manuel João Vieira recebe 1% de intenções de voto.
Questionados sobre quem vai vencer a primeira volta, independentemente da candidatura em que tencionam votar, os inquiridos apontam, empatados, António José Seguro e André Ventura.
Seguro vence no voto masculino, dos mais velhos e na maior parte do país, Ventura lidera o voto feminino e as classes mais baixas, Cotrim lidera, destacado, o voto jovem.

FICHA TÉCNICA
De 10 a 12 de janeiro foi recolhida diariamente pela Pitagórica para a TSF/JN e TVI/CNN Portugal, uma subamostra de um mínimo de 202 entrevistas representativa do universo eleitoral português tendo por base os critérios de género, idade e região. O resultado do apuramento dos três últimos dias de trabalho de campo, implica uma amostra 608 indivíduos que para um grau de confiança de 95,5% corresponde a uma margem de erro máxima de ±4,06%.
O estudo tem como objetivo avaliar a opinião dos eleitores portugueses, sobre temas relacionados com as presidenciais. A taxa de resposta foi de 48,80% e a direção técnica do estudo é da responsabilidade de Rita Marques da Silva.