
Artur Machado (arquivo)
Ricardo Vaz Alves adianta à TSF que, este ano, registaram 20.535 contraordenações, ao passo que em 2024 foram 17.396
Crimes como o descarte ilegal de resíduos, o tráfico de espécies selvagens e o atiçamento de incêndios florestais atingiram máximos históricos em 2025.
O balanço das denúncias e contra-ordenações na área do ambiente é feito pelo Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente (SEPNA), da GNR, que completa esta quinta-feira 25 anos.
O diretor da organização, Ricardo Vaz Alves, adianta à TSF que, este ano, registaram 20.535 contraordenações, ao passo que em 2024 foram 17.396", o que demonstra "que há um aumento significativo do número de contraordenações ambientais".
Por outro lado, Ricardo Vaz Alves destaca que o número de denúncias recebidas na linha telefónica SOS Ambiente e Território foi o maior desde a sua criação: 15 mil.
"Isto reflete significativamente a preocupação que os cidadãos também têm com esta temática e, também, a boa prática que a SEPNA está a tentar consolidar com a SOS Ambiente e Território", sublinha o dirigente.
Só no ano passado, as multas na área do ambiente renderam ao Estado, pelo menos, 70 milhões de euros.