
Vítor Bento
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O economista Vítor Bento entende que a «disputa política é feita por questões artificiais». Na apresentação de um documento deste associação, Maria Filomena Mónica e Paulo Teixeira Pinto criticaram a dicotomia "nós" e "eles".
Vítor Bento considerou, na terça-feira à noite, que a «disputa política é feita por questões artificiais», com a oposição a tentar destruir aquilo que faria se estivesse no Governo.
«Isto cria um descrédito. Isto ajuda a minar o apoio social que as políticas possam ter», afirmou o economista, durante a apresentação do documento elaborado pela SEDES, intitulado “O Estado da Nação”.
Nesta apresentação, Maria Filomena Mónica e Paulo Teixeira Pinto criticaram a dicotomia “nós” e “eles”, que a socióloga qualificou mesmo de «péssima» para o país.
«Tudo é connosco. Não há uma dicotomia entre “nós” e “eles”. Tudo é connosco, porque tudo pertence aos cidadãos», acrescentou Paulo Teixeira Pinto, ex-presidente do BCP.
Este antigo responsável do maior banco privado português considerou ainda que a produtividade das empresas não é maior ou menor por causa da legislação laboral. «Diria que temos muito piores gestores do que operários», concluiu.