"Hora de rock and roll." Foals a todo o vapor no Super Bock Super Rock

Yannis Philippakis, Jack Bevan e Jimmy Smith fizeram o Altice Arena tremer no último dia de Super Bock Super Rock.

Foi um concerto pontual ao minuto. Foals entraram no palco às 22h35 e depressa, depressa - prestissimo - encarrilaram 13 canções antes da meia-noite.

Já antes do festival - em que foram cabeças de cartaz - tinham avisado, em entrevista à TSF: "Só temos uma hora e 15 minutos, por isso vai ser uma mistura de "greatest hits" com alguns trabalhos novos."

E assim foi. Sete álbuns depois, menos conversa, mais ação. Sem conversa, sem paragens, as músicas sucederam-se praticamente sem dar tempo aos fãs de aplaudir. "Hora de rock and roll", gritou à multidão (a maior enchente da noite) o vocalista Yannis Philippakis.

À TSF, os Foals dizem-se "muito orgulhosos" do novo álbum, "Life is yours", que, no entanto, ainda não está 100% preparado para um espetáculo ao vivo - só esperam cantar todas as canções novas no fim do verão, após dois meses de férias.

Reduzidos a três depois das saídas de Andrew Mears, Walter Gervers e Edwin Congreave, tem sido um "processo difícil".

São mais fortes como um trio? "Há muitas bandas lendárias com três elementos", lembra Yannis Philippakis. Para já, Foals "parece sólido como um trio. Talvez nos devamos preocupar quando passarmos a ser dois", brinca.

Depois de um obrigado apressado, Yannis Philippakis, Jack Bevan e Jimmy Smith saem de palco a correr (prá frente, que atrás vem gente, mais concretamente Jamie XX). Em vez de uma despedida, os Foals deixam-nos com um impressionante solo de guitarra.

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