
UGT
A UGT poderá aprovar a proposta do Código do Trabalho, após o Governo ter deixado cair as alterações ao despedimento individual por inadaptação. Por seu lado, a CGTP fala numa negociação sem transparência e assim deve ficar fora do acordo.
A UGT admite dar luz verde à proposta do Código do Trabalho, depois de o Governo ter deixado cair as mudanças ao despedimento individual por inadaptação, indo assim de encontro das exigências desta central sindical.
Contactada pela TSF, fonte desta central sindical liderada por João Proença sublinhou que para além do despedimento por inadaptação há outras questões que deveriam ficar garantidas.
Posição contrária tem a CGTP que alega que a negociação sobre o Código do Trabalho não foi transparente e que os direitos dos trabalhadores não ficam assegurados, o que deve levar a central sindical liderada por Carvalho da Silva a ficar fora deste acordo.
Uma das questões contestadas pela CGTP tem a ver com a recusa do Governo em criminalizar os falsos recibos verdes.
Por seu lado, a Confederação da Indústria Portuguesa (CIP) já disse estar em desacordo com vários pontos da proposta do Executivo, mas não indicou que posição poderá tomar na reunião marcada para esta quarta-feira.
A Confederação do Turismo está contra o desconto de três por cento para a Segurança Social no que toca aos contratos a prazo, uma vez que isto penaliza excessivamente o sector.
A TSF tentou ainda apurar a posição da Confederação do Comércio Português, mas não conseguiu estabelecer um contacto com os dirigentes da CCP.