Rosália Amorim

Oxigenar o país

Os portugueses têm de voltar, uma vez mais, a adaptar-se aos novos horários e às novas regras. Já não precisam de ficar retidos na Área Metropolitana de Lisboa, mas, caso queiram ir dormir ou comer fora, têm de fazer-se acompanhar de certificado digital ou teste negativo. Como os testes em laboratórios de análises clínicas são dispendiosos para uma família média portuguesa - e até mesmo os novos testes rápidos anunciados pela Cruz Vermelha custam, afinal, 60 euros por cabeça - e as farmácias continuam com filas de espera para realizar testes, o melhor é mesmo levar um autoteste no bolso e realiza-lo à entrada do hotel ou restaurante.