
Miguel Pereira/Global Imagens (arquivo)
O organismo que gere o futebol mundial decidiu, em conselho-geral e unanimemente, que o torneio arranca na América do Sul - Uruguai, Argentina e Paraguai -, onde se jogar uma primeira ronda, antes de viajar até à Europa - Portugal e Espanha - e até África, com jogos em Marrocos.
O antigo guarda-redes internacional Beto Pimparel considera, em declarações à TSF, que a participação de Portugal enquanto coorganizador do Mundial 2030 de futebol aumenta "a motivação" dos jogadores lusos, que vão poder sentir de perto "o apoio e o calor dos portugueses".
O ex-internacional destaca que a escolha de Portugal "vem confirmar e premiar a capacidade organizativa" deste "pequeno-grande país".
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"Demos mais do que demonstrações de capacidade organizacional de grandes eventos desportivos e, neste centenário do Campeonato do Mundo, Portugal fazer parte ou ser coorganizador do Campeonato do Mundo número cem é um motivo de orgulho", defende, afirmando ainda que a seleção tem "elevado a fasquia nos últimos anos".
O organismo que gere o futebol mundial decidiu, em conselho-geral e unanimemente, que o torneio arranca na América do Sul - Uruguai, Argentina e Paraguai -, onde se jogar uma primeira ronda, antes de viajar até à Europa - Portugal e Espanha - e até África, com jogos em Marrocos.
Estas três últimas seleções "qualificam-se automaticamente a partir das vagas existentes, mediante conclusão com sucesso" de um processo e decisão pela FIFA.
"Tendo em conta o contexto histórico do primeiro Mundial de sempre, o Conselho da FIFA aprovou ainda, de forma unânime, acolher uma celebração única do centenário na capital do Uruguai, Montevidéu, onde se realizou o primeiro Mundial, em 1930, assim como a realização de jogos no Uruguai, Argentina e Paraguai, respetivamente", lê-se no comunicado divulgado esta tarde.