Jingles, indicativos e cortinas - como se "veste" a TSF

Jingles, indicativos, tapetes, cortinas e separadores: a imagem de marca da TSF passa também pelos sons que foram fazendo "liftings" ao longo dos anos.

O som original da TSF foi escolhido por Emídio Rangel e João Canedo, "ainda os animais falavam", recorda a coordenadora técnica da TSF, Alexandrina Guerreiro.

Ao longo do tempo, a rádio, que agora é uma senhora com 31 anos, foi fazendo "liftings, com arranjos, estilizando, modernizando a imagem, mas nunca perdendo o sentido daquele farol, que eram as cornetas iniciais muito histéricas, que fomos amaciando ao longo dos anos, mas sempre com o ADN daquele som".

A imagem sonora da "TSF é inconfundível", salienta Elvis Veiguinha, que trabalhou nos jingles, indicativos, bases, separadores, cortinas, tapetes e sem fins, que marcam a rádio que vai "ao fim da rua e ao fim do mundo".

Rodrigo Leão e Lorenzo Cortès foram também convidados a produzir trilhas para a TSF, sempre com "um cuidado extremoso com a antena".

Do som estridente às melodias com cores, ambientes e texturas, ficam para a história sons que identificam programas emblemáticos como o Fórum TSF, o Jornal de Desporto, a informação de trânsito ou do tempo.

Mais do que palavras ou este texto, nada como escutar a história com que se fazem os sons da TSF. A rádio que para Elvis Veiguinha, "estará sempre no meu coração".

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